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Servidor público e INSS

Pensão por morte

A pensão por morte é devida aos dependentes do servidor público ou do segurado do INSS. Comprovar a dependência e a qualidade de segurado, e conferir as novas regras de cálculo e de acumulação, faz diferença no resultado.

Dra. Alessandra Gaspar

Em que situações podemos ajudar

  • União estável: comprovação da união quando o INSS ou o órgão não a reconhece.
  • Qualidade de segurado: análise das contribuições do falecido na data do óbito.
  • Cálculo da pensão: conferência do valor, das cotas por dependente e da duração.
  • Acumulação de benefícios: regras para quem recebe pensão junto com aposentadoria ou outra pensão.
  • Pensão negada: recurso administrativo ou ação judicial.

Como o trabalho é conduzido

  1. Análise dos vínculosConferência do regime do falecido e da situação dos dependentes.
  2. Reunião de provasDocumentos que comprovam a dependência e a união.
  3. PedidoRequerimento no INSS ou no órgão de previdência do servidor.
  4. Recurso ou açãoMedida adequada em caso de negativa ou cálculo incorreto.

Documentos que ajudam na análise

  • Certidão de óbito
  • Documentos pessoais do falecido e dos dependentes
  • Certidão de casamento ou provas de união estável
  • Documentos de contribuição ou ficha funcional do falecido

Não tem todos os documentos? Tudo bem. Na primeira conversa você recebe orientação sobre o que é necessário e como obter cada item.

Dúvidas frequentes

Quem tem direito à pensão?

Entre outros, cônjuge ou companheiro(a) e filhos menores de 21 anos ou com invalidez ou deficiência. Pais e irmãos podem ter direito em situações específicas.

A pensão é vitalícia?

Depende da idade do dependente, do tempo de casamento ou união e das contribuições do falecido.

Cada história de trabalho tem detalhes que fazem diferença no benefício.

Envie sua dúvida sobre pensão por morte e receba orientação sobre os próximos passos.